Noite e dia
noite e dia
noite e dia
O metal
os ossos estilhaçados
o cérebro morto
para sempre
agora,
vai ser agora
Dourado, o sol bate nos muros brancos e calmos da cidade. 13º andar. As miúdas estão atarefadas a construir uma pequena piscina de plástico. Arregaçam as mangas e os vestidos como jovens mulheres da aldeia a trabalhar ao sol. Com os pés na água, vão cantarolando e sorrindo uma para a outra.
Música brasileira
num vinil antigo.
Um cigarro, uma mini
e uma varanda para a cidade.
16.7.10
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